
Soldado Banana
Ex-guarda do anexo da agência. Interrompeu a primeira coleta na praça.
Permissão para resolver!
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Personagens, lugares e a história do Bananistão.
Plinc
Dragana
Soldado Banana
Banana Rei
Vinte agentes em cinco departamentos.

Ex-guarda do anexo da agência. Interrompeu a primeira coleta na praça.
Permissão para resolver!

Batedor das trilhas de Maturia. Acerta uma etiqueta de carga à distância.
Vento conferido. Alvo também.

Organizava o trânsito do porto. Ainda pede que os invasores respeitem a fila.
Essa fila não passa.

Fazia os efeitos dos desfiles nacionais. Conta cada cápsula duas vezes.
Uma, duas… essa já foi!

Veterano de resgates. Quer estar sempre onde a invasão aperta mais.
Cobertura? Eu trouxe.

Movia cargas perigosas em Ferrugem-7. Tira os moradores do caminho antes de golpear.
Era para empurrar quanto?

Conhece os canais melhor que qualquer mapa. Cobra estacionamento no convés.
Canhão público. Mira particular.

Vigia dos postos de observação. Entrega relatórios de uma linha.
Relatório: um alvo a menos.

Nasceu banana e construiu um corpo mecânico para acompanhar as próprias ideias.
Resistência detectada. A nossa.

Pesquisa a energia das raízes. Os pedidos de patente chegam chamuscados.
No papel funcionou melhor!

Química do Vale da Fermentação. Desmonta lacres de coleta.
Não é poção. É procedimento.

Cuidava da cadeia de frio dos armazéns. Treme até no calor.
Pode esperar sentado. E congelado.

Bombeira de Monte Brasa. Feroz com os coletores, delicada com a xícara.
Afastem os formulários.

Guarda os pactos de Maturia e trata toda vantagem como cláusula de contrato.
Sua vantagem expirou.

Arquivista que voltou depois de morrer porque tinha documentos pendentes.
Ainda tenho pendências.

Inspeciona as rotas sem ser visto. Rival silencioso do detector de presença.
Já passei por aí.

Adora cerimônias, mas não negocia uma regra: a coroa não é dona dos habitantes.
O reino agradece. Eu também.

Operava a rádio nacional. Trata sinal alienígena como mixagem ofensiva.
Sintoniza a defesa!

Organizava a festa que a invasão interrompeu. Junta gente como ninguém.
A festa continua depois. Prometo.

Diplomata que segura um agente alienígena na conversa enquanto os moradores fogem.
Antes de recolher, um brinde?
O primeiro relatório da INTERGULA sobre o Bananistão registrou a fala dos habitantes como sinalização acústica de maturação
. As casas viraram embalagens rígidas
. O governo, sistema local de organização de estoque
.





Funcionário do mês há trezentos meses seguidos. Não comanda frota nem assina contrato: lê o roteiro. Tudo o que o cliente diz é muito importante, e por isso vai para a fila.

Mede sucesso em capacidade por minuto. Entra em campo quando os coletores não batem a meta e considera a resistência uma falha de preparação do material.

Comanda discos, cargueiros e rotas de desembarque. Fala como quem resolve um atraso de entrega. Cada derrota em terra vira justificativa para mandar mais pelo céu.

Um arquivo-cofre ambulante com mãos de carimbo e boca-gaveta. Seu trabalho é manter o Bananistão classificado como safra, custe o que custar.
Os capítulos mais adiante continuam lacrados até o lançamento.

A recepção na praça vira uma tentativa de coleta. A agência ganha um telefone novo, que começa a tocar antes de ser ligado na tomada.

Os invasores tentam fechar os acessos da capital. Mercados, serviços e a evacuação precisam continuar funcionando, custe o expediente que custar.

Coletores procuram os Cachos-Mãe e mapeiam a rede de raízes. Alguém precisa chegar antes aos registros das primeiras gerações.

As oficinas viram linha de montagem para as máquinas da frota. O Liquidificador Executivo vem pessoalmente assumir o processamento.
LacradoProcesso em andamento. Consulta indisponível.
LacradoProcesso em andamento. Consulta indisponível.
LacradoProcesso em andamento. Consulta indisponível.
LacradoEste processo não consta no arquivo. Se constasse, estaria lacrado.
Seis regiões, cada uma com seus mapas.
01A capital. Fachadas creme, toldos coral e uma rotatória esperando inauguração.
02Raízes grossas, ruínas de repartições antigas e trilhas que só o Arqueiro conhece.
03Oficinas, guindastes e chaminés. Tudo ali é patrimônio em uso, inclusive o Bananator.
04Basalto, lava e a linhagem de Dragana. Esquentar exige autorização.
05Tanques de vidro, canos de cobre e fungos que ninguém deveria provar. A Banachemist discorda.
06A mesma Cacholândia, com grampos de aquisição em cada esquina. Processo em andamento.
Toque num decreto para virar.

A agência nunca teve verba para comprar uma segunda impressora.

Antes da invasão, o caso mais famoso da B.A.N.A.N.A. foi uma marmita desaparecida. Ela estava no andar de cima.

O Consultor Plinc é funcionário do mês há trezentos meses seguidos.

Boo-nana voltou depois de morrer porque havia documentos pendentes. A agência ainda não sabe como atualizar a folha de ponto.

Bebanana nunca esclareceu o conteúdo da taça.

No dia da invasão, os outros órgãos discutiam se aquilo era guerra, importação irregular ou vigilância sanitária. A agência foi atender.